• Gika Frozza - Buddie BR

De onde surgem os problemas de comportamento dos Buddies?

Todo comportamento que um animal apresenta é um comportamento natural instintivo, porém em condições não favoráveis para que este animal expresse seus comportamentos naturais e suas necessidades básicas fisiológicas, físicas e mentais, esses comportamentos podem se tornar um problema.



A maioria das pessoas compram ou adotam um animal de estimação por impulso, sem conhecer o comportamento da espécie, para que a raça foi desenvolvida, humaniza e trata o animal como uma criança, e ainda quer que este se mantenha limpo, em silencio, e que aprenda tudo por “telepatia”.


Porém um animal não é uma criança, e não está preparado para se tornar uma, assim, acaba sendo recompensado sem querer pelo seu “mau” comportamento. Os próprios problemas de comportamento de um cão dizem muito sobre as necessidades do cão. Deve-se observar com cuidado para entender seu verdadeiro motivo.


Muitos comportamentos indesejáveis refletem reais necessidades da espécie e devem ser respeitados. No entanto, outros problemas precisam ser eliminados, independente de serem naturais ou não. Às vezes algum comportamento lhe incomoda, mas é natural para o cão. Assim avalie com cuidado suas restrições. A maioria dos comportamentos possui uma finalidade. Às vezes ela é obvia, outras não. Quanto melhor sua percepção, maiores as chances de recuperação do animal.


Muitos problemas podem ser resolvidos simplesmente através de atividades que substituam o comportamento indesejado e que suprem as mesmas necessidades que geram o problema. Embora a herança genética dos animais seja o fator mais importante para determinar o seu comportamento, observamos que, no caso de animais que recebem um exagerado tratamento humanizado desde a fase de filhote, com pouco contato com outros de sua espécie, o ambiente passa a determinar seu modo de reagir. Esses cães sofrem com essa perda de identidade, pois não se julgam cães para conviver com os de sua espécie e não podem participar de todas as atividades da vida de seu dono, afinal, eles não são “humanos”.


A causa do problema é idealizar a relação e projetar no animal um comportamento que não é de sua natureza. As mesmas contingências da vida contemporânea que levam as pessoas a buscar uma proximidade maior com os animais também agravam os problemas da convivência. A rotina de hoje faz com que muitos donos não consigam lhes devotar o devido tempo e atenção. Em casos extremos, os cães se tornam agressivos ou depressivos. Os mais angustiados pela ausência do dono partem até para a automutilação.


À medida que os animais crescem e se desenvolvem, os comportamentos inatos e específicos começam a surgir e a serem afetados pela experiência (positiva, negativa ou ausente). Os problemas comportamentais que surgem à medida em que os cães crescem e se tornam adultos podem ser comportamentos normais que os proprietários não conseguem controlar ou aceitar em razão de expectativas inapropriadas, seu estilo de vida ou o ambiente do animal, podem surgir como resultado de aprendizado ou condicionamento, ou podem ser causados por situações de estresses, conflitos ou causadoras de frustação.


Problemas comportamentais que surgem em animais adultos não causados por problemas médicos em geral se relacionam com alterações no ambiente do animal que levam à ansiedade, conflito, frustação e novas consequências. Alguns exemplos de comportamentos normais, porém inaceitáveis, podem incluir proteção de objetos e alimentos, agressão protetora em direção a visitantes no ambiente domestico, escavação, mastigação e agressão intra-específica. Os comportamentos anormais são os considerados disfuncionais. Estes podem se associar com ansiedade extrema, estar fora de contexto ou inapropriados com relação aos estímulos ou podem ser excessivos, desinibidos ou impulsivos. Esses tipos de problemas podem ser causados por fatores herdados, efeito dos fatores endógenos e exógenos. Distúrbios compulsivos, medo excessivo, pânico e fobias, agressão oriunda de descontrole ou perda de inibição e déficits de aprendizado associados com hiperatividade podem todos cair na categoria de comportamentos anormais.


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